terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Slumdog Millionaire

Enquanto via o Slumdog Millionaire vinha-me à memória este vídeo dos Dead Can Dance.
Está incluído no DVD (antes VHS) de Toward The Within, que me foi oferecido neste Natal pelo meu "possy".
As cenas do vídeo foram retiradas do filme Baraka, e estão ao nível da música e da voz da Lisa. Todos os pormenores têm um significado...
Existe música que nos entretém mentalmente... existe aquela outra que interage connosco a nível emocional... e existe ainda música que se relaciona com a nossa espiritualidade (para quem acredita que existe algo para além da matéria)...
A Lisa e o Brendan são os únicos que me permitem vislumbrar centelhas do divino...

Enjoy it! (Quem for capaz...)


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Elysian Fields@Sintra - Valentine's day alternative take


Apresentaram-se os dois sem banda de suporte. Ainda bem! A banda só ia estragar o que foi perfeito...
A voz e a expressividade da Jennifer, e o virtuosismo criativo do Oren com a(s) guitarra(s), o piano, a drum machine e o loop pedal (a KT Tunstall deve ter aprendido a técnica do loop pedal com ele... :D) foram perfeitos.
Arrisco-me a dizer que foi o melhor concerto que vi em 2009... e ainda estamos em Fevereiro... seguramente foi um dos meus melhores que sempre. O ambiente criado pela sala e pelo público ajudaram a que isso se proporcionasse. "Vai daí" e eles até nos colocaram a uivar como lobos quando tocaram a versão musicada da estória do Capuchinho Vermelho (Little Red, in English).

As canções ao vivo e em versão minimalista são completamente diferentes. A "Climbing My Dark Hair" (do álbum novo Afterlife, que saiu nesse dia de S. Valentim) em versão acústica é qualquer coisa de extra-ordinário... Esta é a versão original...

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Ainda houve tempo para a versão acústica de "Stop The Sun" (pedida por uma teenager muito teen) no encore... outro momento daqueles...
I want to stop the world from getting cold... e eles conseguiram aquecer muito muito aquela noite em Sintra...

Estou a ganhar o hábito de ficar com as setlists no final dos concertos...
Pedi que me autografassem a dita setlist no lounge.
O Oren pegou na setlist, "Oh! It's Jennifer's setlist." e foi ter com ela...
Chega ao pé dela e disse "Hey, are you okay with this? 'Cos I can make it disappear..."
Eu pensei para comigo "Mau... Queres ver?"
Ele fez-lhe essa pergunta porque na setlist dela estava escrita a sua alcunha pessoal... que só eu sei... muahahahahah... :)
Felizmente ela disse "No problem, it's okay."
Ele escreveu a dedicatória e depois foi a vez dela... Tenho um "Obrigado!" escrito na dedicatória, mas eu é que lhes estou grato... Os dois estavam felizes no final daquela noite... and so were we!

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P.S.1 - Manela, outra vez os meus parabéns pelo teu aniversário. Gostei muito de o ter celebrado na vossa companhia... o dia de aniversário no dia de S. Valentim só pode trazer coisas boas... so I wish...
P.S.2 - Obrigado Maggie, por essa noite! And for the song... ;)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dia dos Namorados... again...

O Festival Para Gente Sentada seria o sítio perfeito para passar o Dia dos Namorados... Infelizmente já está esgotado e não vai dar para ver o americano que foi viver para Espanha, a espanhola que canta (perfeitamente) em Inglês... e o Manel Cruz a fugir...

P.S. - Às vezes, a Russian Red parece-me a Tori Amos a cantar com a voz da Hope... estranho...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

doismileoito@Musicbox

Na 6ªfeira confirmei que o Superbock em Stock não era o melhor evento para ver os doismileoito (e os peixe:avião) ao vivo. Precisava de os ver num concerto só deles... num ambiente mais íntimo...
Tocaram durante 60 minutos... que passaram a voar... "Foram obrigados" a fazer 3 encores, e mesmo assim soube a pouco... por mim podiam repetir os 60 minutos...
As letras e a música das canções são demais! Depois de os ver ao vivo fiquei ainda mais fã, o que não é de estranhar...
O Pedro Pode mostrou um sítio diferente onde guardar a palheta - a testa...
A noite não seria a mesma coisa se não fosse a companhia. Grazie ragazze e ragazzo!
Ofereceram o EP "Resoluções para 2009" à entrada. O novo albúm foi para a lista de compras...



domingo, 1 de fevereiro de 2009

Untitled

As coisas não têm de ter obrigatoriamente um nome, um rótulo ou um título.

'Untitled', canção escondida do álbum Bavarian Fruit Bread, da Hope.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

It Could Be The Same (Van She)

It's quite simple and it has been spinning in my head non-stop.
Uma canção do Verão passado que serve para aquecer este Inverno frio. E chamar o calorzinho...

You can enjoy it here!
(thanks V. for your guidance)

A capa do álbum "V" é das melhores que tenho visto nos últimos tempos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Goodbye Johnny


Tive o privilégio e o prazer de ver e ouvir "A Naifa" no ano passado, no Maria Matos. Já não ouvia música com alma portuguesa assim desde os Sétima Legião... foi uma espécie de reencontro com a nossa matriz (pelo menos a que eu idealizo)... penso que muitas pessoas partilham da minha opinião...
A partida do João Aguardela foi uma surpresa e uma perda para a música portuguesa moderna.

Como tributo deixo aqui um excerto da letra de uma canção portuguesa... que voltei a ouvir... na manhã chuvosa de hoje...

A cidade está deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas
Nos carros
Nas pontes
Nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga
Ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doença
Quando nele julgamos ver a nossa cura

Ouvi Dizer - Ornatos Violeta

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Life repeats itself

And I wonder if we can control its periodicity...

Esta coisinha (video+música+letra) está simplesmente fantástica... O Damon Albarn ajudou com a voz...


O custo de vida e a inflação

"- É a vida... Ela reserva-nos partidas até ao fim. Viver é um bem demasiado precioso para ser barato. O preço é que varia de caso para caso. No meu, acho que o problema é a inflação..."

Dulce em "Todas Se Apaixonam Por Mim", de Jósé Pinto Carneiro.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Bloggers of the world, unite and take over...

Hoje descobrir 2 blogs. Os primeiros de 2009...
Sing-Sing Blues do Big V... e, por conseguinte, tal como as cerejas e as palavras que vêm umas atrás das outras, (ir)reversível...
Gostei muito de ver e ouvir "Calling You" (do Robert Telson) cantada pela Holly Cole. Fiquei com vontade de ver Bagdad Café. Mais um filme para a minha longa lista...
Como retribuição, aqui vai uma versão do Jeff... a do "Live at Sin-é"... Ele e a guitarra, cheios de alma e de coração... não podia ser de outra forma... Bless you dream brother, wherever you are...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Real Live Version (Of Us)

Ou a tentativa do primeiro banho do ano...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Nenucos...

No almoço de Natal falámos da publicidade aos brinquedos que inunda a televisão por esta altura...
É o Noddy... são as Barbies... e são também os Nenucos...
Existem Nenucos que fazem as mais variadas coisas... o Nenuco que faz bolhinhas... o Nenuco que chora... o Nenuco que come e que faz necessidades...
Acho que este ano deviam ter inventado, por exemplo, um Nenuco que cuspisse para o chão e um Nenuco que dissesse palavrões... para não serem sempre os mesmos todos os anos...


Last Christmas #2

Para compensar a versão original de Last Christmas dos Wham aqui fica uma versão da mesma canção pelo Erlend Øye - um dos "Kings", para os muito distraidos...

Muita neve neste natal! Sem ser nos ombros... (Foi o nosso momento Head&Shoulders)


last christmas - erlend Øye

domingo, 14 de dezembro de 2008

Marta Hugon@Hot Clube

Conheci Marta Hugon (e o trio) mesmo na altura em que saiu o primeiro álbum Tender Trap, em 2005, mas depois "perdi-lhe o rasto"... até que editaram o segundo álbum Story Teller este ano...
A agenda do epilepsia emocional é realmente útil, foi lá que vi que ela ia dar três concertos consecutivos no Hot Clube... eu só tinha de escolher o dia... fácil... =)

O concerto foi divido em dois sets com intervalo pelo meio para conversar e beber (mais) um copo. O concerto serviu para mostrar ao vivo as canções de Story Teller... mas claro que também tocaram canções de Tender Trap.

No 2º set a Marta anunciou o momento especial da noite, que seria uma canção fora do set, e esse momento foi "In The Still Of The Night" de Cole Porter. Resultou muito bela. Para mim as versões da Jane Monheit e da Ella, com acompanhamento de orquestra, não têm a beleza nem a alma desta versão "minimalista" (e intimista) da Marta e do seu trio. "...Are you my life to be(?) That dream come true(?)..." é lamechas sim senhor, mas cantado da forma como foi...

O primeiro encore foi uma versão Jazz de "Let Down" dos Radiohead!... foi simplesmente bonito... se a Marta fosse homem, tivesse os dentes tortos e um "lazy eye" eu pensaria que era o Thom Yorke a cantar... No fundo, deu para ver que ela canta e eles tocam com alma.

Para o fim, "(Love is) The Tender Trap"... THE END!

Gosto muito da maneira da Marta cantar, muito natural e (acima de tudo) sem presunção. Tal como o trio de músicos que a acompanha...

(de Story Teller)
Crash Into Me


(de Tender Trap)
Too Close for Comfort

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Manoel...

A minha homenagem aos seus longos 100 anos de vida...
Este é (e sempre será) o filme dele meu preferido...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Lame Song (da Época): Last Christmas

Para mim o pior (e cada vez menos há coisas boas) do Natal é ter mesmo de ouvir esta porcaria desta canção... ela é na rádio... ela é nos centros comerciais... ela é nos transportes... ela é nas chamadas em espera...
O pior é que não passa de moda, e todos os anos temos de levar com ela. É de cortar os pulsos...
Serei o único a sofrer com isto!?

Superbock em Stock - (finalmente) as minhas impressões...

Gostei do festival. Valeu pela música, pelo espírito do público e pela companhia.
Acho que só o dia 4 de Dezembro no Teatro Variedades (Lykke Li, Zita Swoon e X-Wife) já valia os 40€ do bilhete... o resto seria oferta... da boa...
Tive pena de não ter conseguido ver El Perro Del Mar no Maxime, mas aquilo estava mais cheio (dentro e fora) que um centro-comercial em época natalícia...
E tive pena de ter optado por ir ver The Walkmen em vez de Zita Swoon, o Sezinando disse-me que eles montaram o palco no meio da plateia. Schön...
Só um pormenorzinho, parece que o Tiago Bettencourt andou atrás de mim durante o festival todo, alías, nesses dois dias vi-o mais vezes a ele que à minha família... estive quase a dar-lhe um autógrafo e a deixá-lo tirar uma foto comigo... quase...

Day#1

José James
Por vezes torna-se difícil dizer o nome deste caramelo :)
Não conseguimos entrar para ver o início de Ladyhawke e portanto fomos até ao Tivoli ver o JJ.
A música é uma mescla de Jazz, Rap, R&B e Soul.
Quanto à forma dele se expressar, eu diria que é algo do género: 50% Spoken Word + 20% Mouth Scratching + 30% Sindrome de Tourette... talvez por isso não percebi grande parte das letras...
Gostei do ambiente sonoro criado pelas canções longas, mas ao final de algumas já começava a fartar um bocado.

Ladyhawke
Saímos de JJ para ver se já dava para entrar na sala da Pip(inha) Brown... lolololol
Deu para entrar e para ver ainda Paris a arder, e mais 2 canções.
No S. Jorge as baixas (frequências) estavam com um volume demasiado alto... O baixo e a bateria abafavam as vozes e as guitarras...
Gostei e fiquei com pena de não ter conseguido ver desde o início, por ter ficado na conversa à entrada do S. Jorge em vez de me despachar...
Também gostei do estilo dela com a Gibson Firebird... até fez uns solos naquilo e tudo... :)

Santogold
Foi sair de Ladyhawke e voltar ao Tivoli, para onde toda a gente ia rumar...
Ainda lá estava o JJ e a sua banda a tocar, e foi esperar que acabassem...
O palco foi esvaziado e foi colocada uma DJ Table com o Set todo, e nada de instrumentos... Torci o nariz porque gostava de ver a "Lights Out" e pensei que não ia haver "nada para ninguém"...
O espectáculo começou com a actuação a solo do DJ que acompanhava a Santi. Um Sonzito electrónico/dub/reggae porreirito e tal, e de repente sai um sample de "This Charming Man"... e depois outra vez... depois uma boa parte da canção... acho que foi este o catalizador da explosão que depois ocorreu na sala (se é que tal catalizador fosse mesmo necessário...). Depois foi a vez do sample da "Roxanne" dos Police... o que para mim estragou tudo, porque sou daqueles (poucos) que acham que o Sting devia ter ficado lá na terrinha dele a ser mineiro...
O duo de bailarinas/coro entrou e começou a coreografia... pouco depois entrou a Sandi... e aí começou a festa... o público levantou-se das cadeiras e começou a dançar... até ao final do concerto.
Ficámos lá em cima no balcão mas isso não impediu que dançássemos tanto como o público lá em baixo... e como os que depois subiram para o palco, chamados pela Santi.
Foi uma hora bem divertida e foi engraçado ouvir a versão dela de Guns of Brixton.
Claro que vimos até ao fim, e consequentemente não chegámos a tempo de entrar no Maxime para ver El Perro Del Mar... :(
(A Tangerina ficou aborrecida por lhe achar que só com a mesa do DJ o show foi uma sessão de Karaoke... :) mas eu fiquei assustado com a entrada da Santi em palco, nos primeiros instantes em que ela cantou pareceu-me que iamos ter um show de Playback!... :/ felizmente vi que era mesmo ela que estava a cantar... a ideia não fazia sentido nenhum mas mesmo assim... lolololol)

Day#2

Lykke Li (or Miss Chest Pops)
Só conhecia 2 ou 3 canções da rádio e portanto fui a zero... mas com muita curiosidade.
Sem dúvida alguma o melhor concerto (a que assisti) do festival.
A entrada foi potente, e o resto do concerto também. Com ela a soltar uns chest pops de fazer inveja às bailarinas da Sandi White...
O som (no Variedades) estava muito bom, bem balanceado, ao contrário de por exemplo Ladyhawke...
Ainda arranhou o português... pequena lembrança de que viveu cá uns tempinhos...
Foi um daqueles concertos para ver até ao fim, com encore e tudo... ir a correr para guardar lugar ou para apanhar o resto de outro concerto não fazia sentido nenhum!

Phoebe
Depois de sair saciado de Lykke Li fui até ao S. Jorge para ver a Phoebe, umas amigas que entraram no início do concerto estavam cá fora no bar. Eu entrei para ver a Phoebe e percebi o porquê... e percebi porque é que a Phoebe não quis continuar a cantar ou foi dispensada dos Nouvelle Vague...
É um tipo de espectáculo e de música não muito habitual hoje em dia. Parecido com isto só me consigo lembrar de Nick Cave no tempo dos Birthday Party.
É uma onda irreverente mas eu já não tenho muita paciência para a coisa... mas fiquei até ao fim do show para aplaudir a atitude...
Algo me diz que o bebé da Phoebe vai nascer prematuramente... e a gritar: "Get me out of here! Jesus, I just can't stand it any longer!" :D

peixe:avião
Saí de Phoebe e entrei no S. Jorge 2 para ver os peixe:avião, que já tinham começado...
Queria vê-los ao vivo mas foi entrar e sair logo... estavam muito fraquinhos... eu saí nem tanto por ter de ir guardar lugar em The Walkmen mas sim porque eles não estavam mesmo a puxar. Com certeza, são muito melhor disfrutados num espectáculo a solo... fico à espera dessa oportunidade.

The Walkmen
Chegámos a horas ao Tivoli e ficámos num dos camarotes cá em baixo.
Era a banda que ia ver com mais espectativa e se calhar por isso não achei o concerto grande coisa. O Hamilton (e o resto da banda) praticamente não interagiu com o público. Acho que podiam e deviam ter feito diferente, e melhor...
Não desgostei completamente mas para o fim tornou-se (demasiado) repetitivo e saímos antes do fim, para ir ver os X-Wife ao Variedades.
(A coisa não estava a ser nem muito boa nem muito má mas o Tiago (Bettencourt) que estava no camarote ao lado batia umas palmas moles com uma atitude tipo "estou a fazer um gandá favor a estes bacanos pah!"
Se calhar acha mais divertido andar bezano pela Bica, com ar de corocho...
Esta atitude de alguns artistas portugueses para com as bandas estrangeiras é daquelas cenas que me dá uma vontade de rir... ainda me lembro do comentário do Rik quando vimos Mazgani e Spoon na Aula Magna...)

X-Wife
Outro grupo que por acaso nunca tinha visto ao vivo e que estava muito curioso de ver. Fomos cedo e ficámos bem à frente porque a enchente era mais do que esperada...
Sairam clássicos e canções do último álbum.
Estavam contentes (e até admirados, digo eu) com o público que pulava e cantava. E como a segurança não deixou ninguém subir para o palco (ao contrário do que tinha acontecido com a Lykke Li), o Fernando (que era aquele que estava a curtir mais o público) veio tocar o baixo para o meio de nós.
We all were on a mission to rock n' roll!!!
Estes morcões azeiteiros deram-lhe bem... Foi o meu segundo concerto preferido do festival.
Acho que em Portugal com o mesmo nivel rockeiro só temos o grande Paulo Furtado.

And that was it...

domingo, 30 de novembro de 2008

Always 100%

Depois de uma versão dos Yeah Yeah Yeahs de um original dos Sonic Youth colocada neste blog, agora é a vez dos Raveonettes num registo minimalista. Mas com a Sharin a rebentar no Mustang Bass e o Sune a bombar nas "peles".

But I've been around the world a million times
And all you men are slime
It's the gun to my head, goodbye I am dead
Wastewood rockers is time for cryin', hey!

P.S. - Não percebo porque é que a canção original não é cantada pela Kim Gordon mas sim pelo Thurston Moore...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Time is relative...

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Pessoa

domingo, 23 de novembro de 2008

O melhor para o fim...

Gosto do Edward Norton e este fim-de-semana vi "The Illusionist" (que me fez passar a gostar também da Jessica Biel). Apesar de já ter visto "Fight Club" ainda não vi os grandes "American History X" e "Rounders". Decididamente as prioridades estão todas trocadas...